terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Outras dimensões do ser humano: memórias de uma experiência de quase morte

Dimensões  de tratamento e cura, príncipios pós morte biológica



Com lucidez, usando as interpretações conscientes da memória, descrevo a estação de tratamento do corpo psíquico e espiritual, a qual chamarei de anima ou animus, utilizando a perspectiva de Jung e mente desperta no despertar da outra dimensão.
O corpo biológico, encerra a anima e a mente consciente, contendo-o  das  viagens astrais de forma consciente e possibilitando-as quando o corpo biológico está em repouso e a mente desperta ou anima está em seu pleno funcionamento.
O local da estação de tratamento,para onde vão as pessoas que se envolveram com vícios  é um local amplo, sem dimensões restritas, como paredes e localizado num eixo espaço tempo que impressiona por sua fluidez. Ao mesmo tempo, é um local seguro, pois é uma estação de tratamento e de recuperação.
Existem coisas que se assemelham a camas, onde a cor predominante é branca e seres que não são humanos, mas que se assemelha pela sua aparência , estão constantemente em pé ao lado das almas que permanecem deitadas, frágeis e vulneráveis, pois já não tem o corpo biológico e seu aparato imunológico, mas que estão sendo protegidas por forças cuidadoras.
Os seres iluminados por sua superioridade evolutiva fazem passes utilizando suas mãos, aonde saem energias luminosas de uma cor suave, entre o branco e o lilás, pressionando suavemente a fronte e o local do coração.
O seu objetivo é de eliminar qualquer substância fluida que os maus hábitos causados por vícios humanos tenham deixado na alma da pessoa que está sendo tratada.
O princípio evolutivo, a ascensão espiritual para esferas superiores do ser e do existir, não aceitariam energias negativas provindas do elemento terreno, com origem vegetal ou animal, pois a Terra traz uma dimensão de estágio onde passam os seres para sua caminhada de evolução até o Único.
As substâncias contidas na bebida alcóolica, no antibiótico, nas drogas lícitas, como o tabaco ou ilícitas, como o crack e a cocaína, são substâncias impuras, com princípio destruidor.
Freud utilizava-as em si e em seus pacientes, mas embora estivesse descobrindo os outros pontos de intersecção entre o self e o exterior, prejudicou suas descobertas, utilizando princípios de fontes negativas.
Tais usos fizeram dele um escravo desses vícios, interrompendo sua ascensão evolutiva da compreensão do que é ser humano e consciente de outras esferas de pensamentos, emoções e sentimentos, que poderia elevar a compreensão de nós mesmos e que essa compreensão pudesse ser utilizada para benefícios evolutivos.
A liberdade de poder escolher ainda é a melhor liberdade, mas é necessário que se passem mais algumas centenas de anos para que possamos descobrir outros mundos além daquelas sombras que são projetadas na nossa caverna.


 Para saber mais:

http://www.acasadoespiritismo.com.br/saude/emmanuel.htm


 http://www.istoe.com.br/reportagens/357470_FREUD+E+A+COCAINA
http://www.scielo.br/pdf/rlpf/v11n3/06.pdf 


 https://pt.wikipedia.org/wiki/Anima_e_Animus
O Mito da caverna:
www.uern.br/professor/arquivo_baixar.asp?arq_id=1738




segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

INFECÇÃO URINÁRIA O QUE É E COMO ACONTECE

Diagnóstico das infecções do trato urinário





Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-42302005000600008


Hélio Vasconcellos Lopes; Walter Tavares
Sociedade Brasileira de Infectologia. Sociedade Brasileira de Urologia


Método de coleta de evidências: Trabalhos publicados em revistas médicas nos últimos dez anos e pesquisa na internet.
Grau de recomendação e força de evidência científica:
A:
Estudos experimentais ou observacionais de melhor consistência.
B:
Estudos experimentais ou observacionais de menor consistência.
C:
Relatos de casos (estudos não controlados).
D:
Opinião desprovida de avaliação crítica, baseada em consensos, estudos fisiológicos ou modelos animais.

Objetivo
Apresentar, de forma sucinta e didática, as diretrizes fundamentais para o diagnóstico das infecções do trato urinário.

Conflito de interesse
Nenhum conflito de interesse declarado.

Introdução
A infecção sintomática do trato urinário (ITU) situa-se entre as mais freqüentes infecções bacterianas do ser humano1,2(D), figurando como a segunda infecção mais comum na população em geral3(D), predominando entre os adultos em pacientes do sexo feminino4(D). Nas crianças, particularmente no primeiro ano de vida, a infecção urinária também é muito comum, predominando igualmente no sexo feminino; nesta população de pacientes pediátricos, predomina a pielonefrite, recorrente na maioria dos casos devido à presença de refluxo vésico-ureteral, uni ou bilateral5(A)6(C ).

Definição
A infecção urinária pode comprometer somente o trato urinário baixo, o que especifica o diagnóstico de cistite, ou afetar simultaneamente o trato urinário inferior e o superior; neste caso, utiliza-se a terminologia infecção urinária alta, também denominada pielonefrite. A infecção urinária baixa ou cistite pode ser sintomática ou não7(D).
As infecções do trato urinário podem ser complicadas ou não complicadas, as primeiras tendo maior risco de falha terapêutica e sendo associadas a fatores que favorecem a ocorrência da infecção. A infecção urinária é complicada quando ocorre em um aparelho urinário com alterações estruturais ou funcionais8,9(C).
Habitualmente, as cistites são infecções não complicadas enquanto as pielonefrites, ao contrário, são mais complicadas, pois em geral resultam da ascensão de microrganismos do trato urinário inferior e estão freqüentemente associadas com a presença de cálculos renais10(C)4,7(D ).
Tanto a infecção urinária baixa como a alta podem ser agudas ou crônicas e sua origem pode ser comunitária ou hospitalar11(D).

Epidemiologia
A maior suscetibilidade à infecção no sexo feminino é devida às condições anatômicas: uretra mais curta e sua maior proximidade com vagina e com ânus3,4(D). Outros fatores que aumentam o risco de ITU nas mulheres incluem: episódios prévios de cistite, o ato sexual, o uso de certas geléias espermicidas, a gestação e o número de gestações, o diabetes (apenas no sexo feminino) e a higiene deficiente, mais freqüente em pacientes com piores condições socioeconômicas e obesas10(C)3,4(D ).
No adulto do sexo masculino, favorecem a ITU a instrumentação das vias urinárias – incluindo-se o cateterismo vesical - e a hiperplasia prostática12,13(D); nos idosos e em indivíduos hospitalizados, as taxas de ITU também são elevadas pelos fatores citados e por inúmeros outros, relacionados àquela faixa etária12,13(D). As taxas de ITU são bem maiores nos homossexuais masculinos, estando relacionadas com a prática mais freqüente de sexo anal não protegido14(B), e também nos indivíduos com prepúcio intacto15(B). Nos indivíduos com o vírus HIV, a infecção, por si só, é um fator de risco para ITU, aumentando em relação direta com a queda dos níveis dos linfócitos CD4+16(B).
Nos hospitalizados submetidos a cateterismo, a presença de sistema de drenagem de urina aberto resulta em bacteriúria em 100% dos casos, após quatro dias. Já naqueles com sistema de drenagem de urina fechado, a bacteriúria irá ocorrer em 5% a 10% dos casos, por dia de manutenção do cateter. Note-se que a ITU adquirida em hospital é considerada a principal causa de bacteremia por bacilos gram-negativos. As ITU adquiridas em hospital são as nosocomiais mais freqüentes em todo o mundo, representando cerca de 50% do total das infecções adquiridas em hospitais gerais e, em custo, 14% do valor total dispendido com as infecções nosocomiais13(D).

Etiologia
Os agentes etiológicos, mais freqüentemente envolvidos com ITU adquirida na comunidade, são, em ordem de freqüência: a Escherichia coli, o Staphylococcus saprophyticus, espécies de Proteus e de Klebsiella e oEnterococcus faecalis. A E. coli, sozinha, responsabiliza-se por 70% a 85% das infecções do trato urinário adquiridas na comunidade, e por 50% a 60% em pacientes idosos admitidos em instituições17(C)7,18( D). Contudo, quando a ITU é adquirida no hospital, em paciente internado, os agentes etiológicos estão diversificados, predominando as enterobactérias, com redução na freqüência de E. coli (embora ainda permaneça habitualmente como a primeira causa), e um crescimento de Proteus sp, Pseudomonas aeruginosa,Klebsiella sp, Enterobacter sp, Enterococcus faecalis e de fungos, com destaque para Cândida sp17,19(C)7(D ).

Diagnóstico
Diagnóstico clínico
A infecção do trato urinário baixo (cistite), quando sintomática, exterioriza-se clinicamente pela presença habitual de disúria, urgência miccional, polaciúria, nictúria e dor suprapúbica. Febre, neste caso, não é comum. Na anamnese, a ocorrência prévia de quadros semelhantes, diagnosticados como cistite, deve ser valorizada7(D).
O aspecto da urina pode também trazer informações valiosas: urina turva (pela presença de piúria) e/ou avermelhada (pela presença de sangue), causada por cálculo e/ou pelo próprio processo inflamatório7(D).
A infecção do trato urinário alto (pielonefrite), que habitualmente se inicia como um quadro de cistite, é habitualmente acompanhada de febre – geralmente superior a 38 graus centígrados – de calafrios e de dor lombar, uni ou bilateral. Esta tríade febre mais calafrios mais dor lombar está presente na maioria dos quadros de pielonefrite. A dor lombar pode se irradiar para o abdômen ou para o(s) flanco(s) e, mais raramente, para a virilha, situação que sugere mais fortemente a presença de cálculo, com ou sem infecção, na dependência da presença dos outros sintomas relacionados. Os sintomas gerais de um processo infeccioso agudo podem também estar presentes, e sua intensidade é diretamente proporcional à gravidade da pielonefrite. A maioria dos pacientes com pielonefrite refere história prévia de cistite, geralmente detectada nos últimos seis meses9(C)1(D).
Diagnóstico laboratorial
A infecção urinária é caracterizada pelo crescimento bacteriano de pelo menos 105 unidades formadoras de colônias por ml de urina (100.000 ufc/ml) colhida em jato médio e de maneira asséptica. Em determinadas circunstâncias (paciente idoso, infecção crônica e uso de antimicrobianos) pode ser valorizado crescimento bacteriano igual ou acima de 104 colônias (10.000 ufc/ml)10(C)20(D ).
A bacteriúria assintomática é definida como a presença de, no mínimo, 105 colônias/ml da mesma bactéria em pelo menos duas amostras de urina em paciente, habitualmente mulher, que não apresenta os sintomas de infecção urinária habituais21(D).
1. Exame de urina I com sedimento urinário. Este exame irá fornecer, quando associado à anamnese e ao quadro clínico, os dados que praticamente confirmam o diagnóstico de ITU: presença de piúria (leucocitúria), de hematúria e de bacteriúria. Os valores encontrados são, habitualmente, proporcionais à intensidade da infecção7(D).
2. Urocultura. A cultura de urina quantitativa, avaliada em amostra de urina colhida assepticamente, jato médio, poderá fornecer, na maioria dos casos, o agente etiológico causador da infecção e trazer subsídio para a conduta terapêutica. Sua importância crescerá quando, diante de falha da terapia empírica, possibilitará a realização do teste de sensibilidade in vitro (antibiograma), que orientará uma nova conduta terapêutica7,20(D).
Fator limitante à importância da cultura de urina é a demora habitualmente exigida para a obtenção do seu resultado. Na grande maioria das vezes, a paciente com cistite não complicada, tratada empiricamente, já está clínica ou mesmo microbiologicamente curada quando o resultado da cultura é fornecido; nestas situações, este exame torna-se inútil, além de dispendioso10,22(C)7(D).
3. Teste de sensibilidade in vitro a antimicrobianos (TSA). O antibiograma, como é habitualmente reconhecido este exame, atua complementarmente à cultura de urina. Na rotina das cistites não complicadas, sua utilidade é pequena, haja vista a predominância maciça e resolutiva da terapia empírica. No entanto, naqueles casos em que ocorre falha desse tipo de terapia, nas pielonefrites e nas infecções urinárias hospitalares, a presença do antibiograma é de grande utilidade. Igualmente sua importância cresce nas cistites complicadas, quando o risco de insucesso da terapia empírica aumenta. O antibiograma fornecerá os antimicrobianos potencialmente úteis a serem prescritos2,7(D).
4. Hemocultura. Este exame não tem nenhum valor em pacientes com cistite. No entanto, diante de um quadro de pielonefrite, torna-se potencialmente valioso; sua positividade, nesta infecção, situa-se entre 25% a 60% e, além da informação do agente etiológico (nem sempre identificável na urocultura), indica para o risco de uma sepse, sugerindo uma potencial gravidade7(D).
5. Exames de imagem. A ultra-sonografia, a tomografia computadorizada e a ressonância magnética têm indicação restrita àqueles casos de cistite/pielonefrite não resolvidos com terapia empírica; assumem maior importância para o diagnóstico de complicações e, também, para evidenciar alterações estruturais e/ou funcionais do sistema urinário23(C)24,25 (D).

Referências
1. Stamm WE, Hooton TM. Management of urinary tract infections in adults. N Engl J Med 1993;329:1328-34.
2. Warren JW, Abrutyn E, Hebel JR, Johnson JR, Schaeffer AJ, Stamm WE. Guidelines for antimicrobial treatment of uncomplicated acute bacterial cystitis and acute pyelonephritis in women. Infectious Diseases Society of America (IDSA). Clin Infect Dis 1999;29:745-58.
3. Valiquette L. Urinary tract infections in women. Can J Urol 2001;8:6-12.
4. Hooton TM. Pathogenesis of urinary tract infections: an update. J Antimicrob Chemother 2000;46:1-7.
5. Le Saux N, Pham B, Moher D. Evaluating the benefits of antimicrobial prophylaxis to prevent urinary tract infections in children: a systematic review. CMAJ 2000;163:523-9.
6. Zmyslowska A, Kozlowski J, Zielinska E, Bodalski J. Urinary tract infections in children under three years of age. Pol Merkuriusz Lek 2003;14:319-21.
7. Hooton TM, Stamm WE. Diagnosis and treatment of uncomplicated urinary tract infection. Infect Dis Clin North Am 1997;11:551-81.
8. Naber KG. Treatment options for acute uncomplicated cystitis in adults. J Antimicrob Chemother 2000; 46:23-7.
9. Ronald AR, Harding GK. Complicated urinary tract infections. Infect Dis Clin North Am 1997; 11:583-92.
10. Fihn SD. Clinical practice. Acute uncomplicated urinary tract infection in women. N Engl J Med 2003; 349:259-66.
11. Stamm WE, Norrby SR. Urinary tract infections: disease panorama and challenges. J Infect Dis 2001; 183:(Suppl 1): S1-4.
12. Warren JW. Catheter-associated urinary tract infections. Infect Dis Clin North Am 1997; 11:609-22.
13. Pewitt EB, Schaeffer AJ. Urinary tract infection in urology, including acute and chronic prostatitis. Infect Dis Clin North Am 1997; 11:623-46.
14. Barnes RC, Daifuku R, Roddy RE, Stamm WE. Urinary-tract infection in sexually active homosexual men. Lancet 1986; 1:171-3.
15. Spach DH, Stapleton AE, Stamm WE. Lack of circumcision increases the risk of urinary tract infection in young men. JAMA 1992; 267:679-81.
16. Pinho AM, Lopes GS, Ramos-Filho CF, Santos O da R, Oliveira MP, Halpern M, et al. Urinary tract infection in men with AIDS. Genitourin Med 1994; 70:30-4.
17. Bishara J, Leibovici L, Huminer D, Drucker M, Samra Z, Konisberger H, et al. Five-year prospective study of bacteraemic urinary tract infection in a single institution. Eur J Clin Microbiol Infect Dis 1997; 16:563-7.
18. Gupta K, Hooton TM, Stamm WE. Increasing antimicrobial resistance and the management of uncomplicated community-acquired urinary tract infections. Ann Intern Med 2001; 135:41-50.
19. Carton JA, Gomez Moro MB, Gonzalez Lopez B, Maradona JA, de Diego I, et al. Nosocomially acquired infection of the urinary tract. Enferm Infecc Microbiol Clin 1989; 7:408-14.
20. Orenstein R, Wong ES. Urinary tract infections in adults. Am Fam Physician 1999; 59:1225-34.
21. Nicolle LE. Asymptomatic bacteriuria in the elderly. Infect Dis Clin North Am 1997; 11:647-62.
22. Mohammad M, Mahdy ZA, Omar J, Maan N, Jamil MA. Laboratory aspects of asymptomatic bacteriuria in pregnancy. Southeast Asian J Trop Med Public Health 2002; 33:575-80.
23. Rushton HG. Urinary tract infections in children: epidemiology, evaluation, and management. Pediatr Clin North Am 1997; 44:1133-69.
24. Kaplan DM, Rosenfield AT, Smith RC. Advances in the imaging of renal infection: helical CT and modern coordinated imaging. Infect Dis Clin North Am 1997; 11:681-705.
25. Patterson TF, Andriole VT. Detection, significance, and therapy of bacteriuria in pregnancy: update in the managed health care era. Infect Dis Clin North Am 1997; 11:593-608.

sábado, 28 de junho de 2014

Paleoparasitologia, ponto de encontro entre a medicina e a arqueologia,










Ao pesquisar um dos pontos convergentes entre Medicina e  Arqueologia, descobri esse ponto focal e surpreendi-me com esse ramo criado por um médico brasileiro: a Paleoparasitologia.
Das minhas fontes de pesquisa na Internet, descobri um achado inestimável: um livro chamado " A história secreta da raça humana"  de Michael A. Cremo e Richard L. Thompson, onde os autores , através de pesquisas ,tiveram conhecimento de uma pegada humana feita há 3,6 milhões de anos atrás, desconstruindo toda descoberta arqueológica, desde Darwin até o Australopitecus.
Remonto-me a Bachelard, que afirmava, usando um termo construído pela minha assimilação:
Todo conhecimento humano é uma hipótese em descontrução permanente....


Fonte:
http://www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=8615
https://www.dropbox.com/s/s45ei8rnqtlpusq/a%20hist%C3%B3ria%20secreta%20da%20ra%C3%A7a%20humana%20-%20michael%20a.%20cremo%20e%20richard%20l.%20thompson.doc



A ESPÉCIE HUMANA PRIMITIVA NO BRASIL
http://youtu.be/qgKyUJLbF6k

sexta-feira, 13 de junho de 2014

QUESTÕES DE GÊNERO- A SEXUALIDADE FEMININA

Abandona-se na escola pública a possibilidade de utilizar os dois termos feminino e masculino ao se referirem sobre os objetos da vida cotidiana, perpetuando-se o poder masculino como ideal e hegemônico.
No entanto, estudos apontam para a redescoberta do direito de ser feminino, desconstruindo  tabus ligados a sexualidade feminina ligadas a condicionamentos políticos e sócio historicamente construídos.
Ao frequentar Universidades atualmente, percebe-se que a atenção está voltada para o masculino: o direito de ser gay, encabeçado por figuras da mídia, como um político que é celebridade no mundo do reality show, Identidade fabricada para consumo imediato.
Acredito que ao discutir sexualidade de forma acadêmica e científica, dota ao pré-adolescente o direito de escolher seus caminhos e prevenir-se contra condutas que representem riscos a sua integridade física, moral e psicológica.
Esse documentário mostra com simplicidade o direito de se ter uma sexualidade tão importante quanto a masculina e usa-la de forma saudável, desde que se possa prever os riscos e as consequências de tais atos.
Estudar as sexualidades não demonstra uma personalidade doentia fixada em sexo, mas sim, um ponto de equilíbrio, que elege o tema como objeto de estudo.





domingo, 5 de agosto de 2012

A INFÂNCIA ROUBADA




Gilza Garms, do Departamento da Educação do Curso de Pedagogia, da UNESP de Assis, um dia, iniciou a sua aula, do Curso de Habilitação do Magistério para a Educação Infantil com esses termos: Infância roubada.
Utilizando um texto de Sônia Kramer, ela nos falou de crianças que vivem dentro de esgotos e de crianças que são adultizadas precocemente, utilizando maquiagem, sapatos de salto alto, e que gastam muito dinheiro em salões de beleza.
Esses dois grupos de crianças tem a sua infância roubada.


Crianças que entrem na escola e não conseguem se alfabetizar ou se tornam analfabetos funcionais, também tem a sua infância roubada. Não apenas a infância, mas a adolescência, a vida adulta,
Crianças que são vítimas de maus tratos, abusos sexuais, privação de afeto, alienação parental, falta de alimentos, higiene precária ou inexistente, moradia inadequada.
É evidente que toda criança que sofre maus tratos na infância tem uma possibilidade maior de ser um adulto agressor.
O livro de Michael Lewis “Alterando o destino” que trata da forma como educamos as nossas crianças pontua que devemos respeitar a vontade da criança e conduzi-la não como um sujeito refém dos seus estágios de desenvolvimento, mas, sobretudo alguém que tenha direito de fazer as suas próprias escolhas desde a mais tenra idade.
Isso não quer dizer que as crianças devem ser entregues a si mesma, sem a direção ou a orientação dos adultos, mas sim, que o professor consiga enxergar o seu papel de mediador na aquisição do ensino e ser colaborador e construtor e tratar a criança como um sujeito de direitos e deveres, mostrando a ela que pode modificar sua história de vida se assim o quiser.
Penso que as instituições públicas devem investir na criança, pois uma criança na escola recebendo alimentação, dignidade e educação adequadas é um adulto a menos em uma cadeia no dia de amanhã.
Peço ao Senhor Secretário da Educação em Assis que não interrompa o Projeto Beija Flor, pois ali vidas são reconstruídas e novas histórias podem ser contadas.
Sugiro a Professora Ângela Canassa, caso seja eleita Prefeita de Assis que continue o excelente trabalho social desenvolvido na sua Gestão como Secretária da Educação.
Solicito também ao Departamento de Psicologia da UNESP de Assis que criem cursos de formação continuada aos professores das séries iniciais  que criem Cursos da psicologia do desenvolvimento infantil para que se entenda de forma científica como são as estruturas cognitivas, afetivas e culturais das crianças e como os professores podem, a partir desse conhecimento, ter um norte mais adequado para trabalhar com as crianças com dificuldades de aprendizagem e alunos superdotados.
O Brasil hoje conta com uma mulher na Presidência e ainda que se circule boatos de que a nossa Presidenta seja a favor do aborto, ela tem estado a frente de políticas públicas para atender as crianças de baixa renda.


Mas não é necessário somente dar o peixe, é necessário ensinar a pescá-lo.
Estimular a população na busca do conhecimento que liberta suas vidas da miséria e da opressão.
Imagino que quando Fernando Capovilla acusa a Psicologia de omissão no atendimento das crianças brasileiras, ele o faz em parte porque tem certa razão, e em parte porque essas abordagens são evitadas, por serem complexas e difíceis de trabalhar.
Mas existe o ponto de partida e eu, como Professora, ciente da minha situação de devir professora e visualizando o meu aluno como devir aluno, parto desses devires para colocar uma minhoquinha do bem  nas cabeças das pessoas conscientes que estão lendo esse Blog.
Uma minhoquinha que não é caraminhola, mas que é a secreta esperança que a infância de nossas crianças não seja mais roubada, mas acrescentada e vivenciada na sua forma mais plena.


terça-feira, 24 de julho de 2012

quinta-feira, 19 de julho de 2012


OBESIDADE








PROCURANDO VESTÍGIOS CIENTÍFICOS DA EXISTÊNCIA DE DEUS, ATRAVÉS DO PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÕES OCORRIDO NO LOBO PARIETAL






Cientificamente falando, o Lobo Parietal é responsável pelo processamento das informações sensoriais.
Cientistas afirmam que mapeando o corpo humano, para descobrir de forma científica a existência de Deus, possibilitou a eles a descoberta que a emanação proveniente de Deus, ou a Força criadora é recebida pelo lobo parietal.
Outra observação importante de um documentário  no History é que as curas provenientes por atos de oração e imposição de mãos do xamã ou curandeiro, podem ser catalogadas por duas sínteses: ou é a fé propriamente dita, que prova a existência desse poder superior,utilizando as faculdades orgânicas e psíquicas de um mortal para curar,  ou é o que os médicos chamam de efeito placebo.
O efeito placebo é a predisposição de pseudocura que o organismo engendra, vindo de fato  a melhorar o aspecto de saúde da pessoa doente, e em alguns casos, possibilitar cura completa.
Não se deve esquecer a base científica de recentes estudos que apontam uma configuração de autopoiese, defendido por Maturana e Varella, dois biólogos chilenos que apregoam a possibilidade do organismo se autoregenerar, sem a perspectiva criacionista.
Teríamos a capacidade de autoregeneração, de auto cura.
A Ciência que sempre negou as manifestações religiosas, porque estas carecem de evidências científicas, provas concretas, de acordo com a substituição do Paradigma Dominante, que se fundamenta na racionalidade científica, por um paradigma fundamentado nas manifestações do senso comum, anda a procura de Deus, procurando provas físicas e concretas da sua existência e a localização de um mundo intradimensional,para o padrão popular: o mundo espiritual.



LOOKING FOR SCIENTIFIC TRACES OF THE EXISTENCE OF GOD THROUGH THE PROCESSING OF INFORMATION CHANGES IN THE PARIETAL LOBE

Scientifically speaking, the Parietal Lobe is responsible for processing sensory information.
Scientists say that mapping the human body, in a scientific way to find the existence of God, enabled them to discover that the emanation from God, or the creative force is received by the parietal lobe.
Another important observation of a documentary on the History that is derived by acts of healing prayer and laying on of hands of the shaman or healer, can be cataloged by two syntheses, or is faith itself, which proves the existence of higher power, using the organic and mental faculties of a mortal to heal, that is what doctors call the placebo effect.
The placebo effect is the predisposition of a healing elements manufactured by faith, in order that the body generates, in fact been to improve the health aspect of the sick person, and in some cases allow complete healing.
One should not forget the scientific basis of recent studies that indicate a configuration of autopoiesis, Maturana and Varella defended by two Chilean biologists who claim the ability to regenerate the body without the creationist perspective.
Would have the capacity for self from self-healing.
Science has always denied that religious manifestations, because they lack scientific evidence, concrete evidence, according to the replacement of the dominant paradigm, which is based on scientific rationale for a paradigm based on demonstrations of common sense, goes looking for God , looking for physical evidence and demonstrate its existence and location of a world intradimensional to the popular standard: the spiritual world.






sábado, 3 de março de 2012

A homossexualidade dos escolares



Qualquer docente em exercício ou aposentado (a) pode afirmar muito bem que nas suas turmas de estudantes, sempre teve um caso ou outro de crianças que já manifestaram traços homossexuais.
Da formação recebida, fica a lembrança que não é para discriminar a criança que apresenta tais traços e sim,  inseri-la no grupo, reforçando as suas qualidades e deixando em segundo plano a sua orientação sexual.
As escolas não estão preparadas para orientação sexual de forma alguma e continuam a tratar as crianças como seres assexuados.
A homossexualidade, segundo estudos não é uma doença , como teimam alguns.
No entanto, a supervalorização da homossexualidade,como o personagem global  Crodoaldo Valério e a personagem de um humorístico, "Valéria",pode condicionar a criança a desenvolver uma personalidade fake, imitando trejeitos e manias dos personagens globais, atraindo olhares perigosos.
Pedófilos podem se aproximar e incentivar a criança a assumir uma homossexualidade forçada, e tirar proveito disso;
Penso que a sexualidade e a orientação sexual de uma pessoa é questão de foro intimo.
Mas na busca de padronizar tudo e de vigiar e punir comportamentos incorretos, pessoas estão chegando a extremos;
Lamentavelmente, os estudos de Sexualidade e de Gênero da UNESP de Assis, culminaram na busca da diminuição da homofobia e os simpósios realizados no Salão de Atos da UNESP trata quase que exclusivamente da homossexualidade e da sua defesa.
As mulheres, grupo sujeito a discriminação e a desvalorização social não são defendidas em seus direitos nesses eventos como os homossexuais de externarem a sua orientação sexual.
No entanto, é válido que os homossexuais, femininos e masculinos,lutem pelos seus direitos.
Nesse artigo, resumidamente, pode-se observar que a estrutura dos cérebros do heterossexual e do homossexual diferem entre si.
Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2952972-EI8148,00.html

Cientistas suecos descobriram que o cérebro dos homossexuais é parecido com o de pessoas do sexo oposto ao de sua orientação, segundo um artigo publicado hoje pela revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

Dito de outra forma, o cérebro de um homem homossexual teria semelhanças com o de uma mulher, enquanto o de uma lésbica seria similar ao de um homem hetero.
Os cientistas Ivanka Savic e Per Lindström explicam que essa similaridade se expressa em uma leve assimetria hemisférica. Nos homens hetero e mulheres homo, o hemisfério direito tem um tamanho maior que o esquerdo.
Essa diferença não ocorre no cérebro dos homens gays e das mulheres hetero, destacam os cientistas, do Departamento de Neurociência do Instituto Karolinska, em Estocolmo.
A análise nas tomografias de emissão positrônica (PET) feitas em 90 homens e mulheres homossexuais e heterossexuais também revelaram que a conexão da amígdala cerebral das lésbicas é parecida com a dos homens heterossexuais. Já nos gays, essa conexão é similar à das mulheres heterossexuais.
No cérebro, a amígdala, uma massa do tamanho de uma amêndoa localizada na parte interna dos lóbulos temporários, controla as reações vinculadas ao medo, assim como as secreções hormonais do sistema endócrino.
"Os resultados (...) sugerem uma relação com fatores neurobiológicos", dizem os cientistas em seu artigo.
Essa contribuição da Revista Veja também traz elucidações sobre o assunto:





segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

FUNDAMENTOS CIENTÍFICOS DA PSICOLOGIA REGRESSIVA E PRÁTICAS RELIGIOSAS DA DOUTRINA EVANGELÍSTICA


ROGER WOOLGER NA CONSTRUÇÃO E NO ENTENDIMENTO DA TERAPIA DE REGRESSÃO RELACIONADOS A RELATOS EVANGELÍSTICOS



Woolger afirma que ao conhecer uma vida passada, o objetivo é favorecer a catarse, compreender a si mesmo;
Catarse
Catarse, sob uma ótica muito simples é a liberação de energias reprimidas que fazem perturbações e que interferem na harmonia;

O escopo de Woolger para o seu trabalho é:
  • ·         Terapia junguiana
  • ·         Regressiva
  • ·         Ericksoniana
  • ·         Terapêutica
  • ·         Gestalt-terapia
  • ·         Renascimento
  • ·         Trabalho com respiração e corpo de Reich
  • ·         Consciência vipassana (insight, consciência clara do que está acontecendo a si no momento, sensibilidade aguçada)

Segundo Jung, o corpo astral se localiza a duas polegadas do corpo físico e nele está contido toda a carga emocional  e resíduos das vidas passadas.relacionados  a conceitos, via de regra, que não afetam o corpo físico, mas se isso acontece, o seu efeito é de extrema  intensidade;
O corpo astral é mais denso que o corpo mental e sua negatividade altera até a energia elétrica;
Unindo teoria e prática, lembro de uma vez em que eu fui à Igreja e era Sexta-feira, um dia carregado de energias espirituais negativas.
O Pastor, muito sabiamente, introduziu em seus cultos um equipamento de data show e palestras ou vídeos interessantes sobre a sua pregação.
(Um ponto focal de modernidade, tecnologia e convencimento.)
Repentinamente, todo o seu sistema travou , a luz não acendia e ele ficou momentaneamente sem ação;
A igreja ficou as escuras, um clima negativo e tenso ,  em silêncio e o Pastor recobrou o ânimo, interrompendo o que ia dizer com uma oração, onde ele disse que aquela energia era o inimigo querendo interromper o conhecimento a ser ministrado.
Depois da sua oração, o tal sistema destravou e começou a funcionar.
Várias conclusões podem ser tiradas sobre esse evento. Inclusive o de ter sido uma encenação para impressionar os fiéis ou uma falha ocasional do sistema tecnológico.
 Mas eu não brinco com determinadas coisas e prefiro guardar minhas conclusões.
Uma contingência não variável é a energia negativa e o clima de angústia e expectativa que se sentiu.
Há um reconhecimento de que ali estavam em ação energias humanas e do Ambiente propício a interpretações dúbias.
Há um reconhecimento de que a banalização e as galhofas envolvendo esse sistema religioso pode estar, eventualmente, perturbando um trabalho legítimo que se explica a partir de seus resultados.
Sobre a energia da Psique, tais energias, pelo que entendi, se localizam no inconsciente, que é aquela parte da nossa psique independente  da matéria, embora utilize o corpo físico para se manifestar.
(Existe, inclusive, o espaço para o charlatanismo e para a exploração dos desfavorecidos culturalmente;)
Interessante afirmar que segundo a IURD, toda e qualquer manifestação vinda da psique do indivíduo é proveniente do satanismo.
Busco integrar as idéias da Psico com as idéias da Doutrina teológica da IURD, pois seu chefe é um conhecedor dos trabalhos desenvolvidos  em  centros de magia espiritual e tem, nos seus templos, pessoas que antes eram chefes de terreiro de macumba e hoje são cristãos.
A meu ver, ele trocou uma energia que mexia com espíritos que tem uma conscienciologia inferior, destrutiva, perigosa, embora as vezes se disfarce de benesses por uma energia que quer crer e ele, provém do trono de Deus. A máxima de sua doutrina é :
JESUS CRISTO É O SENHOR
Creio que tanto a IURD como as outras igrejas evangélicas prestam um serviço de utilidade pública.
Favorecer o autoconhecimento e o conhecimento, reprovada apenas em um quesito: utilizar o dinheiro, a teologia da prosperidade para alavancar essa escalada das paredes da caverna.
Refiro-me ao mito platônico e o adapto as contingências próprias: o esforço de ver e sentir profundamente, além daquele que o sistema reducionista oferece.
Tal essa vontade, que todo esse refletir está publicado em Blog chamado Estudos da Medicina.
Há muito que as necessidades contemporâneas exigem que o médico observe o seu paciente de uma forma holística e globalizadora: intua que  o organismo humano tem outras facetas não exploradas pela Ciência.


 Fontes: books.google.com.br




sábado, 24 de dezembro de 2011

Estudos sobre Terapia de Regressão

Fonte: GODOY, Prado Hermínia de (org.) "Terapia de Regressão, Teoria e Técnicas",2000;
Copyright 2000, Centro de estudos da difusão da Consciência S/C

Campo da Medicina: Psiquiatria e Psicologia

O nosso sistema cerebral e as nossas emoções em contextos ligados a Terapia de regressão
Godoy, (2004) traz ao conhecimento que Netherton (1998), nas suas experiências de regressão concluiu que ...”nossas células carregam memórias emocionais”...
Segundo o autor, as informações sensoriais são conduzidas tanto a amígdala cerebral quanto ao córtex.
Por sua vez, o córtex, parte “pensante” do nosso cérebro, cria uma imagem mental completa daquilo que foi vivenciado, suplantando os sinais da amígdala, que oculta as imagens sensoriais mais intensas.

Partindo desse pressuposto e do que afirmou Joseph Le Doux,  que a “amígdala não tem apagador” Netherton afirma que se temos amígdala cerebral ,que grava todas as nossas experiências sensoriais nessa vida, teríamos em uma outra.
Talvez o livro de Hermínia Godoy possa responder a minha questão mais profunda:se temos esses arquivos de registros emocionais gravados na amígdala cerebral de que forma pode ser isso preservado, já que o nosso corpo perece e o nosso cérebro morre?
Faz sentido cientificamente supor que nós tivemos outras vidas, parte de um sistema biopsicossocial e de justiça divina, baseado no que pontuam as Sagradas Escrituras, que Deus é bom, justo e misericordioso.
No entanto, a nossa memória emocional que fica registrada na amígdala cerebral, fica intacta em que campo, se o nosso cérebro morre?
De acordo com o que se absorve da leitura do livro, essas emoções ficam intactas e preservadas no subconsciente, essa parte do cérebro a qual não temos acesso direto, que sabemos que existe, mas as nossas limitações orgânicas não acedem a elas.
Tateando, a partir do conhecimento proximal que se tem, a energia do subconsciente não precisa da matéria para permanecer e acima de tudo, funcionar.
Na minha experiência de quase morte, senti a minha essência separada do meu corpo e o vi sobre a cama, ligado a tubos e outros instrumentos que o mantinham vivo.
Vi também as pessoas da minha família em volta do meu leito, lamentando a minha morte.
Mas eu nunca me senti tão viva naquele momento, liberta da limitação do meu corpo físico.







quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Considerações sobre Terapias de regressão


A procura do Eu pela terapia de regressão, em insights de prazer e de poder



Fonte: TENDAM Hans “Cura profunda: a metodologia da terapia da vida passada”



A procura pelo Poder. Pelo Amor e pela Auto-realização, costurada com pesquisas relevantes sobre terapias concentradas em análises de vidas passadas.

Somos seres psicossomáticos, antes de tudo e nem todas as coisas vividas durante as nossas fases da vida, foi solucionado a contento.

É provável que aquela criança de três anos ainda esteja dentro de nossas reminiscências, esperando ter o seu desejo satisfeito.

Libertar essa porção egóica, fazer uma catarse, trará alívio, liberação e limpeza.

Catarse é uma libertação que conduz a paz emocional.

Toda a problemática individual centrada no campo psíquico do sujeito deriva de um carma, segundo o autor.

Carma, no sentido holístico, é um processo sobrenatural que faz com que a pessoa possa entrar em contato com uma mesma situação diversas vezes: por exemplo, uma moça sempre arruma um namorado que estuda Medicina.

Mas no sentido terapêutico, carma deriva de um estado de ações e interações efetuadas entre os sujeitos.

O autor do livro sugere que quem se propõe a uma terapia centrada na regressão, traz consigo sempre o papel de vítima.

Vítimas das circunstâncias não assumem o controle pelo que aconteceu com ela e sempre tem a tendência de culpar a outrem o que lhe sucedeu.

Talvez essa regressão traga uma catarse, no sentido de que, a pessoa, possa se ver ocupando um outro papel, o paradoxo, ser o agressor e não a vítima.

Permanecer como vítima pode ser uma tomada de posição, uma decisão pessoal. Talvez ser vítima é mais cômodo.

As vezes, não se quer deparar com a própria agressividade. Mas se não levantar para lutar, não adianta ficar idealizando um mundo perfeito, onde ela tem total controle, porque ela é boa os outros são ruins.

Quando ocorre de uma personalidade abrigar, em si, uma subpersonalidade agressiva, que pode imergir em um estado de tensão, há a probabilidade de assustar outros que estavam acostumados com aquela personalidade submissa.

É interessante como o autor do livro se refere a essas subpersonalidades, que ficam adormecidas dentro de nosso subconsciente.

Segundo o autor, podemos dialogar com essas facetas da nossa personalidade e organizar com eficiência para que venha a tona somente aquela personalidade que é agradável socialmente.

A regressão não serve como perdão universal e nem com um amor incondicional. Regredir as vidas passadas traz compreensão, aceitação,equilíbrio e força plena.

Traz LIBERDADE.

O PROBLEMA DA CULPA

Na nossa orientação cristã, religiosamente, persiste o problema da CULPA;

Cristo morreu por nós. Ele era INOCENTE. Nós somos CULPADOS.

Existem emoções que são chamadas de agrupamentos.

Raiva-culpa. Esse estado duplo acontece quando você extravasou sua raiva e depois se sente culpada por isso ou a sociedade cobra pelo comportamento extravagante.

Caso típico e recente é o da enfermeira que matou o seu cachorrinho Yorkshire. Havia muita raiva contida, quase uma loucura. Depois do ato, a culpa própria e as pulsões da sociedade, capaz de linchá-la viva, num método catártico,  

FAZER COM ELA O QUE ELA FEZ COM O ANIMALZINHO DE ESTIMAÇÃO.

Seres humanos agem dessa forma. A atitude daquela enfermeira suscitou no inconsciente coletivo todas as pulsões agressivas e intolerantes.

Não é a piedade do cachorrinho que motiva as massas, num primeiro momento. O que incita o povo é o pipocar das pulsões reprimidas vindas daquele ato inconsciente em que cada um teve vontade de fazer o mesmo que a moça fez.






domingo, 17 de julho de 2011

Entendendo o Câncer

Como o Câncer se instala nas nossas células?
Em busca de respostas para o que me atormenta, na busca de uma qualidade de vida saudável, pesquiso sites para obter as respostas, certa de que a Internet é uma grande máquina do Bem, se o usuário estiver disposto a selecionar as informações que vá acrescentar mais organização na sua vida e reflexão sobre como manter o corpo funcionando de forma positiva.
Eu tenho algum conhecimento prévio para discernir o que é certo ou errado, mas nada como aprofundar os estudos na intenção de chegar a uma conclusão que sirva como norte para direcionar as minhas atitudes...
Agradeço as contribuições de sites que possuem informações relevantes sobre o assunto e não vou divulgar nenhuma informação se não der um link de referência de onde tirei essa informação.


Multiplicação desordenada de células: carcinogênese



O corpo humano é formado por milhões de células que se reproduzem através de um processo chamado divisão celular.

Em condições normais, esse processo é ordenado e controlado e é responsável pela formação, crescimento e regeneração dos tecidos saudáveis do corpo. 

Em contrapartida, existem situações nas quais estas células, por razões variadas, sofrem uma “metamorfose” tecnicamente chamada de carcinogênese, e assumem características aberrantes quando comparadas com as células normais. 

Essas células perdem a capacidade de limitar e controlar o seu próprio crescimento passando, então, a multiplicarem-se muito rapidamente e sem nenhum controle. 

O resultado desse processo desordenado de crescimento celular é uma produção em excesso dos tecidos do corpo (que podem ser processos inflamatórios, infecciosos ou mesmo os crescimentos celulares benignos), formando o que se conhece como tumor. 

Podemos dividir os tumores em: 

Tumor BenignoAs células deste tumor crescem lentamente e são diferenciadas (semelhantes às do tecido normal). Geralmente podem ser removidos totalmente através de cirurgia e na maioria dos casos não tornam a crescer. 

Tumor Maligno
As células deste tumor crescem rapidamente, têm um aspecto indiferenciado e a capacidade de invadir estruturas próximas e espalhar-se para diversas regiões do organismo. É considerado câncer. 

Em outras palavras... 

O Câncer, também conhecido como tumor maligno, pode ser definido como um grupo de doenças que tem como característica central o crescimento desordenado das células do nosso corpo. 

O câncer detém o poder de matar por invasão destrutiva os órgãos normais, pois não respeita as mais básicas regras de “convivência social” entre as células e cresce demais, ocupando o espaço de seus vizinhos, sufocando-os. Ele detém a propriedade de se disseminar através da corrente sanguínea e dos vasos linfáticos, produzindo as chamadas metástases, que na verdade são uma espécie de “filial” do tumor primário, em outro órgão ou tecido. 

A metástase também pode invadir órgãos e tecidos circunvizinhos por continuidade, impondo severos danos a estes órgãos e tecidos. O comportamento anormal das células cancerosas é geralmente espelhado por mutações nos genes das células, ou secreção anormal de hormônios ou enzimas. 

A maioria dos cânceres invadem ou se tornam metastáticos, mas cada tipo específico tem características clínicas e biológicas, que devem ser estudadas para um adequado diagnóstico, tratamento e seguimento. Resumindo, cada caso é um caso. 

Ainda com relação ao câncer... 

Devido as diferentes células existentes e componentes do corpo humano, o câncer pode se apresentar de diferentes tipos. Podemos então, dividi-los em tumores sólidos e neoplasias hematológicas. 

Tumores Sólidos

     Carcinoma – o câncer se origina nos tecidos epiteliais, ou seja, aqueles cuja função é o revestimento ou a formação das glândulas. (Exemplos de revestimento: pele, mucosa das vias aéreas, mucosa do tubo digestivo e exemplos de glândulas: tireóide, mama e próstata). 

     Sarcoma – são definidos por sua origem embrionária, ou seja, aquelas classificadas de acordo com a formação do órgão durante a fase de embrião. Nas fases iniciais do desenvolvimento de um embrião, ocorre uma diferenciação nas células que se dispõem em camadas. Essas camadas evoluem para formar os diversos tecidos e órgãos do corpo. 

A mesoderme, que é a camada intermediária, dá origem aos ossos, músculos, gorduras, tendões e vasos sanguíneos. 

     Melanoma – são formados por células pigmentadas da pele. 

     Tumores de células germinativas – se originam nas células reprodutoras (testículos e ovários). 

     Tumores de Sistema Nervoso 

Neoplasias Hematológicas
 
São doenças malignas com origem nas células do sangue e que desde o seu início já não costumam estar restritas a uma única região do corpo, manifestando-se em várias partes do corpo sem respeitar barreiras anatômicas. Os órgãos mais freqüentemente envolvidos neste processo são: sangue, medula óssea, gânglios linfáticos, baço e fígado.

Neoplasia - de origem grega, a palavra neoplasia "neo" + "plasis" significa, ao pé da letra: nova proliferação; novo tecido. É o nome de um processo patológico que resulta no desenvolvimento de um neoplasma (crescimento anormal, incontrolado e progressivo de tecido, mediante proliferação celular). No organismo, podem ser encontradas formas de crescimento celular controladas e não controladas, sem causa aparente. Como exemplos de crescimento controlado temos a hiperplasia, a metaplasia e a displasia. As neoplasias correspondem às formas de crescimento não controladas e são chamadas tumores. Neoplasia é também ocrescimento de um tecido neoformado capaz de invadir os tecidos adjacentes e reproduzir-se à distância (metastização). O crescimento é devido ao desequilíbrio entre a proliferação e a morte celular dando origem a células cancerígenas. A definição de neoplasia se baseia na morfologia e na biologia do processo do tumor. Com a evolução do conhecimento, a definição se modifica. Atualmente, a mais aceita é: 
"Neoplasia é uma proliferação anormal do tecido, que foge parcial ou totalmente ao controle do organismo e tende à autonomia e à perpetuação, com efeitos agressivos sobre o hospedeiro" (Pérez-Tamayo, 1987; Robbins, 1984). 

Várias classificações já foram propostas para as neoplasias. A mais utilizada leva em conta dois aspectos básicos: o comportamento biológico e a histogênese do tumor. Segundo o comportamento biológico, os tumores podem ser agrupados em três tipos: benignos, limítrofes (ou "bordeline") e malignos. Um dos pontos mais importantes no estudo das neoplasias é estabelecer os critérios de diferenciação entre cada uma destas lesões, o que, algumas vezes, torna-se difícil. 

Os tumores benignos tendem a apresentar crescimento lento e expansivo determinando a compressão dos tecidos vizinhos, o que leva a formação de uma pseudocápsula fibrosa. Já nos casos dos tumores malignos, o crescimento rápido, desordenado, infiltrativo e destrutivo não permite a formação desta pseudocápsula; mesmo que ela se encontre presente, não deve ser equivocadamente considerada como tal, e sim como tecido maligno.